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SETI (sigla em inglês de Search for Extra-Terrestrial Intelligence) corresponde ao projeto de Busca por Inteligência Extraterrestre, o mais conhecido esforço na procura por seres extraterrestres, outrora financiado parcialmente pela agência espacial americana, a Nasa.

O SETI tem por objetivo analisar o máximo de sinais de rádio captados por radiotelescópios terrestres (principalmente pelo Radiotelescópio de Arecibo).
Os astrónomos deste projeto acreditam que se existe alguma forma de vida inteligente no Cosmos, ela tentará comunicar com outras formas de vida através de ondas eletromagnéticas (ou seja, sinais de rádio), pois estas representam a forma de transmissão de informação mais rápida conhecida até à data.

Para mais informações podes sempre consultar o site da Discovery Brasil clicando na imagem do radiotelescópio Arecibo (que é o maior radiotelescópio fixo do mundo, localizado em Porto Rico, com uma antena parabólica gigante de 305 metros de diâmetro, que foi construída originalmente em 1963, na cratera de um vulcão extinto).

 
 
A sonda marciana "Mars Pathfinder" foi lançada em Dezembro de 1996 no foguetão espacial da NASA chamado Delta II. 

Após 7 meses de viagem aterrou no Vale Ares, usando um método inovador! Entrou diretamente na atmosfera de Marte auxiliado por um pára-quedas supersónico, que reduziu sua velocidade de descida, e um conjunto de 24 airbags laterais para amaciar o impacto com o solo.

Aí iniciou as suas funções: analisar a atmosfera marciana, o clima na superfície desse planeta, e a sua topografia. Além disso, através do robô explorador Sojourner que transportou consigo para Marte (o qual passeou pela superfície desse planeta e recolheu informações durante mais de um mês) enviou para a Terra informações sobre a composição do solo e das rochas do planeta vermelho. 

 
 
A primeira nave para turismo espacial, da Virgin Galactic, foi apresentada no deserto do Mojave em Dezembro 2009, e há um português que vai viajar nela - Mário Ferreira (empresário do Porto).

 
 
Os voos parabólicos são praticamente o único meio em Terra capaz de reproduzir o efeito da gravidade zero, com tripulantes humanos a bordo. Durante um destes voos, o Airbus ‘Zero-g’ efectua primeiro uma subida vertiginosa de 7600m, o que gera uma aceleração de 1.8g (ou seja, 1.8 vezes a aceleração da gravidade no solo) durante 20 segundos. 
O piloto reduz então o impulso do motor praticamente a zero, fazendo com que o avião descreva uma parábola. 
O avião continua a subir até atingir o ponto de inflexão da parábola, a 8500 metros, e logo depois começa a descer. 
A descida demora cerca de 20 segundos, durante os quais os passageiros flutuam, devido à ausência de peso criada pela queda-livre do avião. 
Quando o ângulo com a horizontal atinge os 45°, o piloto acelera de novo e o avião retoma o voo horizontal estável. 
Estas manobras são repetidas 30 vezes por voo.
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.Agora que a Europa e os seus parceiros internacionais estão a construir a Estação Espacial Internacional, onde se fará investigação nos próximos 15 anos, os voos parabólicos são cruciais na preparação de experiências, equipamento e astronautas e permitem que as experiências dos cientistas sejam testadas antes de seguirem numa missão espacial.

(mais informações em http://www.esa.int/esaCP/ESAHEUZ84UC_Portugal_0.html)

 
 
De seguida, disponibilizámos-te uma reportagem da RTP1 sobre o vaivém norte-americano Atlantis que partiu a meio da tarde de 8 Julho 2011, do Cabo Canaveral na Florida, nos Estados Unidos, para a sua última missão espacial. A bordo seguem quatro astronautas que transportam mantimentos para a Estação Espacial suficientes para um ano.A nave espacial Atlantis, regressou à Terra, na manhã de 21 de Julho 2011. Este foi o 33º voo deste vaivém, que se estreou no Espaço em Outubro de 1985. Considerada a máquina mais complexa alguma vez construída, o Atlantis permitiu, entre outros feitos, pôr em órbita o Hubble, o primeiro telescópio espacial que revolucionou a Astronomia, e construir a Estação Espacial Internacional (ISS), entre 1998 e 2010.
Com o cumprimento desta sua última missão chega também ao fim o programa de vaivéns tripulados da NASA, 30 anos depois do seu início.
(excerto adaptado de http://inteligenciaeconomica.com.pt/?p=6257

 
 
A NASA (Agência Espacial Americana) em colaboração com a empresa Space X está a produzir o novo veículo espacial que vai substituir os vaivéns espaciais (spaceshuttles) que saíram de circulação desde Julho 2011. Esta nova nave será lançada pela 1ª vez em Dezembro de 2011.

Assim, a nave "Dragão" (Space X Dragon) será o principal transportador de carga, combustível e tripulação entre a ISS (Estação Espacial Internacional) e a Terra.

Um melhoria relativamente aos transportadores espaciais anteriores reside no facto de cada uma das peças da nave regressar à Terra de forma independente pousando na área de aterragem que lhe for destinada, evitando-se assim desperdício de equipamentos e acumulação de lixo orbital, pois as diversas partes do transportador espacial podem voltar a ser reutilizados num novo lançamento.

De seguida, disponibilizámos-te um vídeo que simula o lançamento, o retorno das peças à Terra e a acostagem do "dragão" à ISS.

(para mais informações consulta http://www.spacex.com/)


 
 
O telescópio espacial Kepler, lançado a 7 Março 2009, foi concebido para procurar planetas semelhantes à Terra fora do nosso sistema solar, ou seja, exoplanetas que apresentem uma dimensão, movimento de rotação e de translação semelhante ao nosso, e que orbitem à volta da sua estrela a uma distância que lhes permita suportar água no estado líquido.

Outro pormenor acerca do telescópio Kepler é que ele foi colocado em órbita heliocêntrica o que o faz seguir a Terra em redor do Sol.



 
 
Os cientistas estão cada vez mais preocupados com os detritos espaciais resultantes de satélites desativados e restos de naves que orbitam à volta da Terra.

A verdade é que até no espaço orbital do nosso planeta também já começamos a ter problemas de poluição!
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As agências espaciais responsáveis pelo envio dos satélites e das naves que os colocam no espaço, vão ter de, necessariamente, arranjar um modo de limpar o lixo orbital de forma a que este deixe de causar acidentes com os satélites ativos, já que, à velocidade orbital de cerca de 8km por segundo até um objeto com 1cm de largura que choque com um satélite leva-lo-á à sua destruição!
O resultado dessas colisões é a criação de ainda mais fragmentos em órbita!
A situação começa a ficar crítica, dado que na última década a ESA (Agência Espacial Europeia) viu o número de alertas de colisão duplicado! 

Aliás, as agências espaciais estão a considerar enviar robôs que atraquem nos satélites mortos (desativados) e nos restos dos foguetões, e os empurrem para órbitas "cemitério" ou para fora de órbita até caírem no oceano terrestre!

Porém, qualquer programa concebido para remover satélites da órbita põe os militares nervosos!
Mas se houver cooperação internacional quanto à determinação de que satélite deverá ser removido ou não e quem o fará, será certamente do interesse de todos!

noticia retirada de jornal Expresso de 28 Ago. 2010

 
 
Sondas espaciais são criadas para recolher informações científicas diversas dos planetas do sistema solar para onde são enviadas. Elas não transportam humanos nem outros seres vivos. 
A maior parte das sondas não são construídas para voltar à Terra. 
Algumas aterram nos planetas para onde são mandadas!
Outras orbitam em torno dos planetas daqueles!
Todas possuem a capacidade de fotografar, outras podem recolher amostras do solo, fazer medições atmosféricas, etc.
 Essa informação é importante para ajudar a planear outras missões espaciais.

De seguida, disponibilizamos-te uma reportagem da EuroNews Portugal sobre os conhecimentos obtidos sobre o planeta Vénus através do envio de sondas espaciais para o mesmo.


 
 
A NASA previu a queda na Terra do satélite científico UARS (Upper Atmosphere Research Sattelite = Satélite de Investigação de Alta Atmosfera), lançado em 1991. Durante 20 anos transmitiu de informações importantes sobre a atmosfera terrestre, como por exemplo medições das alterações climáticas e dos efeitos da poluição atmosférica.

Este satélite com 11 metros de comprimento e cerca de 5,6 toneladas de peso, desactivado desde 2005, tornou-se lixo espacial, e ao perder a capacidade de orbitar em torno do planeta, entrou em rota de colisão com a superfície do mesmo.

A NASA não conseguiu precisar antecipadamente o local exato onde o mesmo irá chocar com a superfície terrestre, mas indicou que durante a sua queda o satélite irá desintegrar-se em vários pedaços, havendo assim um risco "extremamente pequeno" do UARS embater nalgum habitante do 'planeta azul'.

A NASA adiantou ainda que o engenho espacial vai chocar contra a Terra nas latitudes situadas entre o norte do Canadá e o sul da América do Sul, estimando que tal aconteça entre sexta-feira (23 setembro 2011) e sábado (24 setembro 2011).

Disponibilizamos-te a seguir uma reportagem da RTP1 sobre a queda do UARS.