âmbar é uma resina fóssil, que pode conter no seu interior folhas, flores, sementes, insetos, pequenos lagartos ou artrópodes que há milhões de anos atrás nela ficaram aprisionados.
O âmbar teve origem numa resina viscosa produzida por algumas árvores coníferas, pinheiros de há milhões de anos atrás (entre os 360 e 2 Ma).
Há medida que a resina saía de fendas nos troncos dessas árvores e escorria lentamente pelo tronco pode ter encerrado no seu interior seres vivos. Uma vez caíndo no solo, as gotas de resina misturam-se com os sedimentos, endurece (solidifica), sofrendo o processo de fossilização, formando-se assim o âmbar (do árabe al-anbar, que significa “dourado”).

O âmbar é uma substância orgânica (tem origem em plantas), de dureza entre 2 e 2,5 na escala de Mohs.

Atualmente, é bastante utilizada em joalheria e ornamentação (decoração) de espaços, atingindo preços de mercado elevados.

Mas a importância do âmbar para os paleontólogos reside no fato de ao encerrar seres vivos no interior, o seu estudo tem desvendado segredos da vida primitiva!
 


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